Crescimento sem controle não se sustenta. Na prática, é necessário adotar a gestão financeira como suporte, afinal, não há negócio que se mantenha sem o apoio das finanças. A dificuldade surge em função da pouca familiaridade que o brasileiro, em geral, tem com um tema que deveria ser mais desenvolvido: a educação financeira.

Uma pesquisa da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), feita em 2016, apurou que 46% dos brasileiros não controlam suas finanças. A pesquisa entrevistou pessoas de diversas classes sociais e 8 em cada 10 entrevistados disse não saber como controlar seus gastos.

No entanto, essa é apenas a ponta do iceberg. Continue a leitura deste artigo e veja como a especialização em gestão financeira é essencial na carreira e, sobretudo, para a sobrevivência das empresas.

Formação financeira é a base de tudo

Considerando a pouca educação financeira que a pesquisa constatou ser real, podemos imaginar que, se nas finanças pessoais o brasileiro tem dificuldade, nas empresas o quadro provavelmente é ainda pior.

Entender conceitos de gestão financeira é fundamental para o crescimento na carreira. Os ganhos são pessoais, mas refletem nas organizações que contam com profissionais preparados para tomar decisões com base em números.

Os estudos também comprovam que a formação com foco em finanças é um atributo muito desejado. Pesquisa do Graduate Management Admission Council (CMAC) comprova que as empresas estão, cada vez mais, em busca de profissionais com MBA em finanças. A procura é mais intensa nos países asiáticos e latino-americanos.

Portanto, ao buscar conhecimento em finanças, você está dando um passo seguro em direção ao sucesso de sua empresa. A consequência direta, como não poderia deixar de ser, será o seu sucesso profissional.

Conceitos básicos de gestão financeira que você não pode ignorar

De acordo com uma outra pesquisa — do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) —, 22% dos empresários brasileiros não fazem distinção entre as contas da empresa e contas pessoais. Esse elevado percentual é revelador, afinal, trata-se de um dos conceitos básicos em gestão empresarial, ainda ignorado por quase um quarto do empresariado no Brasil.

Todo negócio precisa ser conduzido com base na sustentabilidade que só as contas equilibradas podem proporcionar. E para ter contas sempre em dia, é preciso considerar diversos aspectos, como planejamento tributário, legislação fiscal, emissão de notas e demais assuntos relacionados à contabilidade.

Por exemplo, a adoção de um regime tributário equivocado pode ser desastrosa para a companhia, uma vez que compromete uma fatia dos lucros apenas para o pagamento de impostos. Mesmo assim, há empresas que preferem ligar o automático e começar o exercício (ano) sem avaliar criteriosamente qual é a forma de tributação mais adequada à sua realidade.

O erro é ainda mais grave, considerando que o Brasil tem um dos sistemas tributários mais complexos do mundo, com uma carga bem pesada de impostos.

Diferenciar lucratividade de rentabilidade também é outro conceito que precisa ser observado — e essa é uma das funções da gestão financeira. Quando um negócio é rentável, significa que o ROI — Return over Investment, ou retorno sobre o investimento — teve um bom resultado, levando em consideração as projeções futuras das operações da empresa.

Já a lucratividade deve ser compreendida como uma métrica para aferir os resultados em termos comerciais. Um produto pode apresentar alta lucratividade, mas ter rentabilidade baixa — e vice-versa.

As operações de uma empresa dependem diretamente da performance financeira, que deverá ser gerenciada no sentido de garantir a permanência das atividades.

Da mesma forma, é responsabilidade do setor financeiro prover recursos — no sentido de expandir os negócios —, orientando sobre aspectos como financiamentos, empréstimos ou abertura de capital.

Definição de um plano de gestão financeira

A trajetória de uma empresa poderia ser comparada com uma grande viagem. Antes de ir a um lugar desconhecido, procuramos garantir que teremos recursos para que o passeio seja aproveitado ao máximo. O que fazemos, na verdade, é o planejamento — antes mesmo de embarcar em direção a um local do qual pouco ou nada conhecemos.

No caso da jornada empresarial, planejar equivale a projetar receitas e despesas com base em estudos de mercado, na análise da concorrência e da capacidade operacional. O planejamento financeiro deverá contemplar, pelo menos, cinco elementos:

  • maturação: investimentos, iniciais ou não, levam tempo para gerar resultados;
  • capital de giro: é fundamental ter uma margem que garanta a continuidade das operações em períodos mensais. O capital de giro financia as atividades de uma empresa;
  • fluxo de caixa: quanto entra de recursos diariamente, quanto a empresa gasta com pagamentos e quanto sobra para compor capital de giro;
  • retorno sobre investimento (ROI): quanto de retorno o negócio vai gerar. Isso pode ser feito por produto, serviço ou por um projeto específico;
  • atualização: o planejamento deve ser acompanhado e constantemente atualizado.

Esses cinco itens deverão ser reavaliados em períodos que permitam fazer ajustes, com o objetivo de antecipar perdas. A cultura de apagar incêndios deve ser evitada, e isso só é possível quando o planejamento considera tudo que possa prejudicar o cumprimento das metas.

A periodicidade das atualizações deve ser estipulada em razão da maior ou menor necessidade de reajustes. Por exemplo: o fluxo de caixa demanda reajustes de metas e de objetivos em períodos mais curtos dos que o do ROI.

Outros aspectos devem ser igualmente contemplados no planejamento financeiro, tais como:

  • definição de margem de lucro;
  • políticas de renovação de contratos;
  • e gestão de estoque e adoção de métricas financeiras.

Para otimizar todo esse trabalho, é indicado contar com o apoio da tecnologia. Softwares de gestão são aliados na gestão das finanças corporativas.

Avaliar quanto se pode investir de acordo com prazos

Na gestão financeira, a rentabilidade dos investimentos deve ser considerada em relação ao tempo que leva para ser percebida. Um ativo que proporciona retorno em curto prazo é mais atraente do que um de maior tempo para recuperação. Por outro lado, podem ser menos consistentes e mais dependentes de circunstâncias externas.

É o caso dos investimentos realizados para incrementar as vendas em função de sazonalidades do mercado, como datas comemorativas e períodos promocionais — a Black Friday é um ótimo exemplo.

A projeção das receitas por período deve ser acompanhada das respectivas despesas que as acompanham. Não se pode planejar investimentos para daqui a cinco anos sem ter em vista o custo operacional exigido pela entrada de novos equipamentos ou pela ampliação do espaço necessário para abrigar produtos, maquinários ou funcionários.

Da mesma forma, a projeção financeira para o mês seguinte deve ser tão criteriosa quanto a que se faz em médio e longo prazos. A escalabilidade de um negócio equivale à sua capacidade de apresentar crescimento ao longo do tempo. Saber o quanto um empreendimento é escalável, é fundamental para avaliar corretamente o quanto o negócio pode gerar de retorno.

Na gestão por prazos, é igualmente importante administrar de perto as contas a receber. Um equívoco comum cometido por empreendedores é não projetar corretamente a entrada de receitas futuras.

Duplicatas, parcelas e outras formas de crédito em longo prazo, quando não devidamente registradas e computadas, desorganizam a contabilidade, tornando o gerenciamento das finanças sujeito a falhas e retrabalhos. Contar com um setor de cobrança, portanto, também é uma forma de garantir o recebimento dos pagamentos futuros.

Nesse sentido, é preciso dar uma atenção especial ao fluxo de caixa e sua vinculação à manutenção do capital de giro. São esses dois elementos fundamentais que vão determinar o quanto a empresa pode investir, independentemente se é para daqui a um mês ou cinco anos.

Aprimore competências e a liderança

Além de desenvolver conhecimentos sobre as funções de gestão financeira, profissionais de nível superior que realmente querem ascender na carreira devem exercitar a liderança.

Trata-se de estar sempre pronto para absorver novos conhecimentos, sobretudo em tempos de organizações menos hierarquizadas e mais horizontais.

Embora ainda existam empresas tradicionais, em que os cargos são mais importantes do que as tarefas em si, a tendência é para a inclusão de mais pessoas nas tomadas de decisão.

Isso significa que a figura do chefe não deve existir mais? Sim e não. Sim, se considerarmos o chefe autocrata, que decide sozinho e não procura entender o que seus colaboradores pensam. Não, se a perspectiva for a do chefe que orienta, organiza os fluxos de trabalho e delega funções.

Cada estilo de liderança vai impactar a gestão — inclusive a financeira — de maneiras distintas. O que se exige dos profissionais à frente das empresas ou de setores é que eles saibam ler o ambiente que os cerca e aplicar o tipo de liderança que mais se ajustar àquele contexto.

Uma startup de tecnologia, por exemplo, precisa de líderes mais flexíveis, abertos a opiniões e que saibam delegar tarefas. Já em construtoras, talvez seja mais indicado um profissional que centraliza as decisões, uma vez que a natureza do serviço é de seguir o que já foi projetado na planta — e não criar ou adaptar processos e inovações.

Além do entendimento sobre o perfil de líder a ser seguido, é necessário adotar uma postura sensata diante das circunstâncias. Assim, os colaboradores se sentirão convenientemente motivados, o que gera reflexos positivos, como a menor incidência de turnover e o aumento da produtividade.

Não se pode desprezar, ainda, o uso de técnicas para extrair das pessoas o melhor rendimento. A neurociência, por exemplo, fornece um amplo leque de possibilidades para o aproveitamento das capacidades cognitivo-comportamentais do ser humano.

Conhecimento dos riscos financeiros

Empreendedores de sucesso sabem que todo negócio implica assumir riscos. Por isso, uma boa dose de ousadia é bem-vinda — mas é ainda mais importante desenvolver métodos de gestão de riscos financeiros.

Conhecer os perigos que o mercado pode reservar evita que a empresa passe por dificuldades ao longo da sua trajetória — e o seu encerramento prematuro. Esse conhecimento envolve uma avaliação criteriosa do mercado e dos índices econômicos.

Na análise de riscos, a informação é um recurso estratégico. Decisões tomadas com dados pouco confiáveis ou sem relevância tendem a aumentar o risco financeiro. Um exemplo disso é quando uma empresa decide expandir, tomando empréstimos bancários sem calcular o impacto no orçamento.

Todo gestor com postura preventiva precisa estar a par dos riscos inerentes às operações da empresa. Uma das possíveis ameaças à liquidez, por exemplo, é a inadimplência — e os gestores devem levar isso em consideração ao realizar planos de oferecer promoções e descontos. Contratação de seguros, antecipação de recebíveis e softwares que auxiliam a cobrança e a conexão com instituições financeiras e bancos podem ajudar a minimizar os impactos deletérios de pagamentos atrasados.

Os riscos das operações logísticas também devem ser previstos. Embora não digam respeito às finanças diretamente, eles podem influir seriamente na continuidade do negócio quando não são tratados com a importância que merecem.

O roubo de cargas, por exemplo, representa um foco de prejuízo que, se não for evitado, pode colocar em xeque a cadeia de suprimentos de uma empresa.

Além disso, há a governança corporativa, que quando bem estruturada, pode não só mitigar riscos, como melhorar a imagem da empresa.

Integre práticas de compliance nas finanças

Já que falamos de boas práticas corporativas e de transparência, não podemos deixar de abordar o conjunto de disciplinas que torna possível melhorar esses aspectos: o compliance.

O termo em inglês — que significa “conformidade”, em uma tradução mais literal —, quando considerado no universo corporativo, serve para designar práticas que auxiliam as empresas a serem mais éticas e transparentes.

Tudo aquilo que pode colaborar para elevar a confiança do público em relação a uma organização deve ser relacionado a práticas de compliance. E uma delas é particularmente importante, a auditoria — tanto interna quanto externa.

Quando realizada internamente, a auditoria serve para aprimorar e reajustar os processos, corrigindo desvios ou revitalizando operações que estejam em declínio.

Já no âmbito externo, auditar uma empresa significa ir a público para dizer a stakeholders (todos aqueles que têm interesse no sucesso do negócio), clientes e instituições que a empresa segue princípios éticos e que respeita as leis.

Não se pode deixar de considerar que, em tempos de combate à corrupção, ser transparente é uma questão de sobrevivência.

Em termos de finanças, implementar compliance pode ser a melhor forma de garantir balanços patrimoniais sempre positivos. Problemas de contabilidade, desrespeito ao cumprimento de prazos, desvios e práticas ilegais — como caixa 2 — são evitados em empresas pautadas pela ética e pela transparência.

É possível concluir, portanto, que, quanto mais correta uma empresa é no cumprimento de suas obrigações, mais sustentável ela passa a ser. Isso depende das pessoas responsáveis por decidir suas políticas internas e externas, as práticas em relação ao meio ambiente e tudo que possa comunicar ao público suas intenções de se manter dentro da lei e respeitando princípios éticos.

Afinal, como diz a sabedoria popular, leva tempo para conquistar a confiança, mas um segundo é suficiente para que ela seja perdida irremediavelmente.

Elaboração de um relatório financeiro

Toda mudança de rumos deve ser orientada por informações. No que diz respeito às finanças, esses dados devem ser organizados em relatórios de gestão financeira periódicos, que devem contar os resultados contábeis e gerenciais.

Um relatório de gestão financeira é estruturado de maneira a compor um painel da situação da empresa no período avaliado. A partir dessas informações, poderão ser corrigidos possíveis erros de gestão e tomar decisões visando o crescimento.

Um relatório organizado, portanto, deve ser composto dos seguintes tópicos:

Objetivos

Devem ser expostos, já no início do documento, os objetivos que o relatório busca atingir. Pode ser a apresentação da performance comercial da empresa e de quanto vendeu em dado período, para avaliação de resultados, identificação de problemas e proposição de melhorias.

Dados de relevância

Se o objetivo do relatório é destacar as vendas, é relevante expor — em números — o quanto a empresa vendeu. Essas informações podem ser segmentadas por tipo de mercadoria, vendas à vista, a prazo e o que mais merecer destaque.

Métricas

Não se pode concluir que a empresa melhorou ou piorou sem uma referência clara. Para efeito comparativo, o mesmo período avaliado deve ser confrontado com o de exercícios passados.

Formato/linguagem

Para descrição dos objetivos e métricas, deve ser utilizada uma linguagem clara e objetiva. Para a demonstração de resultados, por exemplo, é indicado o uso de gráficos, tabelas e planilhas. Elaborar listas também ajuda a visualizar melhor as informações divulgadas;

Conclusão

Depois de expostas as informações, apresentadas soluções possíveis e como executá-las, o relatório deve ser encerrado com uma conclusão que contemple os tópicos abordados.

Para que os resultados sejam consistentes, ajuda muito ter o apoio de um setor de contabilidade que atue de forma estratégica. Mais do que registradores de contas e impostos a pagar, bons contadores podem ser um importante apoio na tomada de decisão. Considerar a parceria desses profissionais e o uso de ferramentas de gestão financeira pode elevar a gestão a um novo patamar.

Use dados em massa e a tecnologia para decidir

A transformação digital está presente em muitas empresas — e é uma realidade que veio para ficar. Trata-se da aplicação de soluções digitais em todas as atividades e processos organizacionais, com o objetivo de otimizar os trabalhos, reduzir custos e atingir os objetivos delineados no planejamento.

Aliada ao conceito de Internet of Things — IoT, ou internet das coisas —, linhas de produção inteiras são monitoradas por dispositivos de automação e de coleta de dados, que transmitem informações em tempo real sobre o desempenho de equipamentos e pessoas. Trata-se da formação de um banco de dados em massa, que, em perspectiva ampla, produz um volume imenso de dados que convencionou-se chamar Big Data.

O apoio da tecnologia permite às empresas aumentar a sua produtividade, não importa o segmento ou tamanho. Os benefícios, na verdade, vão além, já que o Big Data representa um novo ativo, o que demanda novos conhecimentos de gestão.

As decisões, agora, podem ser tomadas a partir da coleta e análise de dados em volumes colossais. Essas informações são processadas por algoritmos que usam técnicas de machine learning, em que as máquinas conseguem analisar dados e propor cenários por conta própria.

Gestores ligados às modernas práticas de gestão usam o Big Data para extrair insights valiosos que orientam as decisões da empresa. Entre as diversas vantagens do uso de dados em massa, temos:

  • previsão de novas demandas com precisão;
  • ampla visão do negócio, para estabelecer novas modalidades de serviços;
  • descobrimento de novos nichos de mercado;
  • criação de ofertas na exata medida do que o mercado exige, evitando desperdícios e otimizando a produção.

Os novos profissionais de marketing têm no Big Data um aliado poderosíssimo para criar campanhas mais segmentadas. Da mesma forma, gestores que lidam com as finanças podem extrair parâmetros seguros para balizar suas decisões, considerando o Business Intelligence (BI) como um desdobramento do uso de dados.

Especialização em gestão financeira para aprofundar no assunto

Quando falamos sobre finanças corporativas, o aperfeiçoamento das práticas gerenciais deve ser ininterrupto, de modo a otimizar constantemente o uso dos recursos. Orientar-se com dicas de gestão financeira para obter os melhores resultados é importante para que os negócios sigam em direção às metas estipuladas.

O esforço frequente em melhorar a performance nas finanças implica comprometimento com a excelência. Nesse sentido, os processos podem — e devem — ser aprimorados de acordo com os preceitos da melhoria contínua.

Quando empresas são orientadas a processos, elas conseguem integrar melhor seus setores, que passam a operar em sinergia. Toda tarefa deve ser vista como um meio para chegar aos objetivos a que a empresa se propôs — e não mais como parte da rotina de um departamento.

Gestores orientados a resultados sabem disso, e procuram sempre se especializar. A visão estratégica do processo decisório exige formação compatível com a grande responsabilidade do cargo. Não se pode permanecer em uma zona de conforto por tempo demasiado. No universo corporativo, o ritmo das mudanças é sempre acelerado, o que torna a carreira de gestor uma das mais competitivas.

Para tanto, é fundamental estar a par das habilidades necessárias no novo mercado de trabalho. Sem desenvolvê-las, não será possível alavancar a carreira, tampouco estar apto a se candidatar a vagas que exigem especialização constante.

A escolha de um bom curso de MBA é a forma mais segura para garantir posições de destaque, pois as empresas estão cada vez mais em busca de profissionais altamente capacitados e com conhecimentos multidisciplinares. Portanto, investir nessa formação representa um salto de qualidade.

A gestão financeira pode ser melhorada sob diversos aspectos, mas, para isso, a presença de profissionais realmente preparados é imprescindível. Esse preparo, por sua vez, só pode ser materializado quando se investe em formação profissional compatível com a demanda do mercado. Tenha isso em vista e expanda seus horizontes!

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