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Ainda não sabe como delegar tarefas? Aprenda agora!

Um dos erros mais comuns dos gestores de primeira viagem é controlar excessivamente o desenvolvimento das atividades. Quando isso acontece, o líder fica sem tempo para cuidar da parte estratégica, e os colaboradores se sentem engessados, sem liberdade para cumprir seu papel. Por isso, saber como delegar tarefas é essencial para o andamento de qualquer equipe.

Afinal, quem quer abraçar o mundo acaba não fazendo nada direito. Isso gera impactos extremamente negativos para o negócio, como atraso de prazos, aumento de custos e queda de qualidade nas entregas. Pensando nisso, explicamos neste artigo tudo o que você precisa saber para evitar esses problemas. Quer saber mais? Continue conosco!

As vantagens de saber como delegar tarefas

Distribuir funções corretamente traz diversos benefícios tanto para o gestor quanto para os demais membros do time. A organização em geral também sai ganhando, pois a prática favorece a inovação, produtividade e conquista de melhores resultados. Veja a seguir as principais vantagens dessa prática.

Aumento da motivação

Quando um funcionário recebe uma tarefa importante, ele se sente empoderado, já que ganha a oportunidade de fazer a diferença para a equipe. Por outro lado, se um colaborador percebe que não tem peso, voz ou relevância, a tendência é que ele perca sua motivação e se torne cada vez menos engajado nos objetivos da empresa.

Portanto, direcionar as atividades adequadas para os profissionais certos é primordial para manter a satisfação em alta. Além de melhorar a produtividade, isso também contribui para a retenção de talentos, já que pessoas valorizadas costumam permanecer na empresa por muito mais tempo.

Agilidade nos processos

Centralizar decisões faz com que os processos se tornem burocráticos e, consequentemente, muito mais lentos. Em vez de tentar avaliar minuciosamente cada pequena etapa de um projeto, procure dar autonomia aos funcionários, analisando apenas os resultados finais.

Com as decisões operacionais a cargo dos colaboradores, o trabalho flui melhor, o que aumenta exponencialmente a produtividade.

Prioridade ao que realmente importa

A principal função do gestor é trazer novas ideias e estratégias para o seu departamento e para o negócio como um todo. Ao delegar as demais tarefas, o líder consegue otimizar seu tempo e cumprir sua missão adequadamente. Esse desapego é difícil para muitos profissionais, mas é necessário para o bom andamento de qualquer projeto.

Como saber o que delegar

Tão importante quanto distribuir as tarefas é saber o que pode ser delegado e quais pessoas na equipe estão aptas a cumprir essas atividades. Para isso, é necessário que o gestor conheça profundamente o escopo de funções do departamento, bem como as principais habilidades de cada membro da equipe.

Conheça os tipos de tarefa na organização

Mapear os processos é indispensável. Ao fazer isso, o líder consegue filtrar o que vai acompanhar de perto e o que pode ser designado a funcionários ou profissionais terceirizados. Existem três níveis de atividades em uma empresa ou projeto:

  • estratégico;

  • tático;

  • operacional.

O papel do gestor é cuidar da estratégia, ou seja, definir diretrizes, metas de crescimento e nortear ações. Todas as outras funções devem ser distribuídas entre os demais funcionários. Gerentes e coordenadores são responsáveis pelas decisões táticas (o que será feito para cumprir a estratégia). A execução em si fica por conta dos analistas, assistentes e estagiários.

Conheça bem a equipe de trabalho

Depois de decidir o que será delegado, é hora de escolher quem será responsável pelas atividades. Isso requer um profundo conhecimento sobre as características e habilidades de cada talento. Saber os pontos fortes e fracos da equipe permite escolher as pessoas mais preparadas para cada função.

Nem sempre as competências técnicas são garantia de bom desempenho. Para algumas tarefas, soft skills como boa comunicação, inteligência emocional e capacidade de liderança são tão importantes quanto o conhecimento específico.

Confiar nos colaboradores também é fundamental. Do contrário, é impossível dar autonomia ao time sem se preocupar com o andamento das atividades. Portanto, se você sentir que os membros do time ainda precisam evoluir, desenvolva treinamentos, cursos e workshops para prepará-los adequadamente.

A importância da clareza na comunicação

Comunicar-se com clareza é essencial para delegar com eficiência. Se o funcionário não entender direito a solicitação do gestor, certamente o produto final não sairá como esperado. Antes de iniciar qualquer atividade, o profissional deve compreender as instruções, o que se espera do trabalho e qual impacto essa tarefa terá no sucesso da empresa.

Além de minimizar dificuldades, a boa comunicação também é muito importante para dar autonomia à equipe. Se o colaborador souber exatamente o que precisa fazer, vai conseguir desempenhar seu papel com o mínimo possível de intervenção do gestor, o que é ótimo para o fluxo de trabalho. O líder não precisa saber cada problema que ocorre no processo, apenas os que a equipe não conseguir resolver sozinha.

Acompanhamento de resultados e feedbacks

Dar autonomia não significa deixar de acompanhar resultados. Cada etapa do processo deve ser monitorada nos seguintes aspectos:

  • escopo (distribuição das atividades entre os membros da equipe);

  • prazo (entrega das demandas no tempo combinado);

  • custo (o investimento feito em cada etapa do projeto);

  • qualidade (resultado final, que vai definir o nível de satisfação do cliente).

A partir disso, é possível ter uma visão clara dos resultados gerais do projeto. Metas e prazos devem ser definidos previamente, para que haja métricas bem detalhadas para analisar o desempenho do time.

Também é importante implementar uma cultura de feedbacks. Faça reuniões periódicas com os colaboradores para conversar sobre seus acertos e erros na execução das atividades. Dessa forma, é possível ajudá-los a evoluir profissionalmente e ajustar o desempenho para projetos futuros.

Agora que você já sabe como delegar tarefas corretamente, que tal colocar o que aprendeu em prática? Basta conhecer bem o escopo de atividades do departamento e as habilidades de cada colaborador, a fim de designar funções de acordo com o perfil de cada um. E lembre-se: é preciso desapegar da parte operacional. O papel do líder é pensar estrategicamente, deixando as demais atividades a cargo do time de apoio.

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Inteligência emocional: como desenvolvê-la no meio corporativo?

Você pode ter um currículo impecável, com uma formação sólida e boas experiências de trabalho, todavia esses fatores não são suficientes se você busca uma carreira de sucesso. É imprescindível que o profissional desenvolva também a inteligência emocional.

Muita gente torce o nariz para esse assunto, mas saiba que ter essa habilidade pode ser decisivo para o seu crescimento, seja qual for o ramo de atuação, já que vai contribuir para o desenvolvimento pessoal, aprendizado, tomada de decisão e também para um bom relacionamento com sua equipe e clientes.

Acompanhe nosso post, entenda o conceito de inteligência emocional, a influência para a carreira, bem como dicas para desenvolver essa habilidade!

O que é inteligência emocional?

Trata-se da capacidade de gerenciar a própria emoção e das pessoas com quem você convive. É não agir por impulso, ter empatia, se conhecer, aceitar feedbacks negativos e ter sabedoria para se afastar de situações desnecessárias, em que você sabe que tem mais chances de perder o controle.

As emoções são inerentes ao ser humano e, algumas vezes, são externalizadas de forma involuntária, prejudicando o convívio pessoal. Não saber como lidar com elas, ou seja, não desenvolver a inteligência emocional pode trazer prejuízos para sua saúde física e mental e, consequentemente, atrapalhar sua carreira.

Como ela influencia a sua carreira?

Quando se pensa em trabalho, na maioria das vezes, relacionamos ao nosso lado racional, ao conhecimento técnico-científico e ações concretas. No entanto, as questões subjetivas também fazem parte do meio corporativo, afinal estamos falando de um ambiente formado por pessoas.

Além disso, a rotina profissional é feita de desafios, prazos a cumprir, mudanças de planos e outros fatores de pressão e estresse que, caso não sejam bem administrados, podem levar a um esgotamento mental.

Por isso, é importante se conhecer e aprender a gerenciar as emoções, principalmente no trabalho. Dessa forma, fica mais fácil desenvolver projetos em equipe, liderar, desenvolver seus potenciais e até mesmo tomar decisões mais acertadas.

Profissionais com inteligência emocional são mais motivados e produtivos, além de serem vistos com bons olhos pelas empresas atualmente — já que essas atitudes colaboram para a harmonia no ambiente organizacional, melhorando os resultados da empresa.

Como desenvolver a habilidade no meio corporativo?

Algumas pessoas têm essa habilidade nata e, até por isso, são admiradas pela boa convivência no meio corporativo. Mas, para muitos profissionais, a história é diferente e, por isso, a inteligência emocional deve ser desenvolvida.

Como fazer isso? Com algumas atitudes e mudanças de hábito, como apresentamos a seguir:

Analise seu perfil e comportamento

Quem você realmente é? Como se comporta? Como reage nas situações de extrema euforia ou quando é pego de surpresa? O primeiro passo para desenvolver a inteligência emocional é o autoconhecimento.

É preciso ter clareza da sua postura na vida pessoal e profissional, conhecer suas potencialidades e dificuldades e entender como você reage dependendo do contexto.

Quando você faz essa reflexão, consegue, por exemplo, antever algumas situações, o que vai ajudar a controlar suas emoções e dominar seus impulsos, melhorando seu relacionamento com os outros e também sua imagem profissional.

Desenvolva a autoconfiança

Pense na sua carreira e em tudo o que já conquistou. Liste os pontos que os outros profissionais admiram em você. Na rotina profissional, é importante desenvolver a autoconfiança, destacando seus pontos positivos e conquistas. Muitas pessoas põem tudo a perder por conta de uma opinião negativa e se esquecem de suas potencialidades.

A dica é ser autoconfiante e, assim, enxergar críticas como uma oportunidade de aprendizado. Quando você tem clareza do que é capaz, consegue enfrentar desafios e momentos ruins sem se abalar.

Seja empático

Um ponto importante da inteligência emocional é saber se colocar no lugar do outro. A empatia faz com que você consiga trabalhar com pessoas de diferentes perfis e também ajuda a identificar e reter talentos.

É importante saber ouvir diferentes pontos de vista, reconhecer que o trabalho se faz em equipe e que a participação e opinião de todos é fundamental.

A empatia é necessária também para os gestores administrarem da melhor forma os conflitos tão comuns no ambiente organizacional. É uma forma de você se tornar mais sensível para entender o problema alheio e pensar duas vezes antes de fazer julgamentos, por exemplo.

Seja transparente

Procure resolver todas as questões com sua equipe e outros gestores de forma franca. Estimular a comunicação no ambiente organizacional evita mal-entendidos e melhora a relação entre todos.

Na hora de delegar tarefas, por exemplo, seja claro com o colaborador e se mostre disponível caso ele fique com dúvida ou tenha alguma dificuldade.

Busque novos aprendizados

A inteligência emocional é um exercício constante, por isso é importante que o profissional esteja aberto para novos aprendizados — seja para se atualizar, aprimorar suas habilidades técnicas ou ainda fazer cursos voltados para o seu desenvolvimento pessoal.

Veja o lado bom das situações

Sabemos que a gestão empresarial é repleta de desafios e que exige decisões rápidas, principalmente nos piores cenários. Mas é justamente nesses momentos que a inteligência emocional é de grande valia, pois com ela você consegue enxergar além, buscando os aspectos positivos de uma situação ruim.

Pode ser uma oportunidade para desenvolver um novo produto ou ainda explorar um novo nicho de mercado, por exemplo. Ter essa postura otimista vai inspirar toda a equipe a buscar soluções criativas mesmo em momentos de crise.

Não se esqueça de você

A inteligência emocional tão necessária na rotina profissional também precisa ser trabalhada fora do escritório. É necessário que você tenha um estilo de vida saudável, invista nos momentos de lazer, pratique algum esporte e descanse.

Corpo e mente sadios, bem como o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, são fundamentais para o desenvolvimento dessa competência.

Viu só como é importante modificar suas atitudes no ambiente corporativo para desenvolver a inteligência emocional? Essa habilidade vai ter um impacto positivo na sua qualidade de vida, além de ajudar você a conquistar mais rapidamente seus objetivos de carreira.

O que achou das nossas dicas? Compartilhe este conteúdo em suas redes sociais para que mais pessoas possam modificar o comportamento e exercitar essa competência no trabalho!

 

Conheça as 5 metodologias de gestão mais eficientes no mercado

Em um mercado dinâmico, é preciso encontrar novas maneiras de se diferenciar da concorrência, aprimorar os processos e alcançar os resultados tão almejados. Para tal fim, algumas metodologias de gestão podem fazer toda a diferença.

Diagrama de Ishikawa. Os 4 colaboradores de Jack Welch. Kanban. São muitas as ferramentas que podem fazer parte do dia a dia e contribuir para otimizar o que já é feito. Infelizmente, elas nem sempre são conhecidas ou aplicadas eficazmente.

Nós reunimos uma série de informações sobre o assunto e dicas de como usar as melhores metodologias de gestão. Portanto, continue lendo nosso artigo!

1. Diagrama de Ishikawa

A primeira ferramenta, diagrama de Ishikawa, tem por objetivo compreender os efeitos de uma empresa e suas respectivas causas. Também chamada de espinha de peixe ou diagrama causa-efeito, a ferramenta foi criada em 1943 pelo engenheiro Kaoru Ishikawa.

O primeiro passo é definir o efeito que quer estudar (algo positivo ou negativo) — por exemplo, a evasão do número de clientes em certo período. Em seguida, é hora de estabelecer as causas para que isso aconteça. Em geral, existem 6 principais:

  1. Mão de obra — equipe de trabalho;

  2. Material — insumos usados;

  3. Máquina — equipamentos para trabalho;

  4. Método — processos que existem;

  5. Meio ambiente — local de trabalho;

  6. Medida — frequência ou quantidade de algo.

Identificada as causas mais prováveis, é hora de buscar por subcausas. Imagine que a razão para evasão de clientes seja a mão de obra precária, já as subcausas podem ser a falta de treinamento ou a desmotivação. É preciso analisar até chegar à causa-raiz.

No final, o diagrama fica com a forma de uma espinha de peixe (daí seu nome). Por ser uma ferramenta visual, é muito fácil aproveitá-la com a equipe de trabalho.

2. Os 4 colaboradores de Jack Welch

Na empresa, é preciso reconhecer e dar a cada profissional o que lhe é devido. Alguns devem ser promovidos, outros devem ser treinados e, por mais difícil que seja, outros devem ser demitidos. No entanto, como saber o que é justo para cada um?

Para tanto, a ferramenta “os 4 colaboradores de Jack Welch” é muito útil. Ela surgiu com um discurso do Welch, ex-CEO da General Electric.

A ferramenta simplifica a avaliação de desempenho dos profissionais, classificando-os com base em dois fatores: (1) o alinhamento com os valores da empresa e (2) a entrega de resultados esperados. Logo, pode-se identificar 4 tipos de funcionários:

  1. o que entrega resultados e abraça os valores da empresa;

  2. o que entrega resultados e não abraça os valores da empresa;

  3. o que não entrega resultados e abraça os valores da empresa;

  4. o que nem entrega resultados e nem abraça os valores da empresa.

Funcionários do tipo 1 devem ser promovidos ou, no mínimo, premiados. Estes são verdadeiros talentos. Funcionários do tipo 2 e 3 devem ser desenvolvidos e treinados. Os funcionários do tipo 4, no entanto, devem ser desligados do quadro de trabalho.

3. Kanban

Gerenciar as tarefas do expediente de trabalho não é algo simples. São muitas as atividades que precisam ser feitas e, por vezes, são esquecidas ou simplesmente abandonadas. Em razão disso, a metodologia Kanban pode ser de grande utilidade.

A metodologia teve origem no Japão, na Toyota, para facilitar a “produção enxuta”. Na época, sua principal utilidade era sinalizar o controle de produção e estoque. Hoje, o Kanban é usado para gerir o fluxo de tarefas, subdividindo-o em três grupos:

  1. To Do — tarefas que precisam ser feitas;

  2. Doing — o que já está sendo feito;

  3. Done — tarefas que foram concluídas com sucesso.

Sua aplicação é relativamente simples. Um único quadro é dividido em três principais colunas, da esquerda para direita, respectivamente nomeadas: To Do, Doing e Done.

Por sua vez, as tarefas são escritas no post-it e incluídas no quadro. Elas começam na primeira coluna da esquerda (To Do) e percorrem o quadro até chegar na última coluna da direita (Done). Nesse sentido, além de prático, o Kanban é bastante visual.

4. Objectives and Key Results

Criar boas metas é uma atividade desafiadora. Em geral, elas devem ser específicas, mensuráveis, relevantes, alcançáveis e com tempo bem-definido — método chamado de SMART. Mas saber disso não torna a atividade menos difícil.

Por sua vez, o método OKR (Objectives and Key Results — em português, Objetivos e Resultados-chave) pode facilitar a definição de resultados. Grosso modo, consiste na criação de um objetivo principal e sua fragmentação em resultados menores. Veja:

  • Objective — aumentar a participação no mercado;

  • KR1 — reduzir a evasão de clientes em 30%;

  • KR2 — aumentar a efetividade das vendas em 1/3;

  • KR3 — eliminar em 50% os erros e retrabalhos do expediente.

O ideal é que cada setor da empresa conte com uma média de 5 OKRs, subdividindo-os entre 3 e 5 resultados-chave. Para facilitar a criação, envolva o time de trabalho e permita que os próprios funcionários estabeleçam alguns dos seus objetivos.

Os OKRs funcionam como pequenos ciclos. Eles contam com prazo de 1 a 2 meses, estimulando resultados ágeis. Assim, facilitam a definição e alcance dos objetivos.

5. Ciclo PDCA

Uma das principais metodologias de gestão é o ciclo PDCA. Ele facilita o planejamento estratégico e contribui para a melhoria contínua. Como o nome sugere, o método funciona como um ciclo — planejando, executando e corrigindo continuamente.

Seu nome é um acrônimo de quatro palavras do inglês, que são:

  1. Plan (Planejar) — definir o que deve ser feito e como;

  2. Do (Executar) — colocar o plano em prática;

  3. Check (Checar) — analisar o que está sendo bem-feito;

  4. Act (Agir corretivamente) — avaliar o que deu errado e melhorar.

Nesse sentido, é preciso planejar quais metodologias devem ser aplicadas na empresa, depois executá-las com o máximo de eficiência. Em seguida, é preciso analisar o que está sendo bem-feito e o que precisa de ajustes. Por fim, agir corretivamente.

Enfim, essas são algumas das principais metodologias de gestão. Elas ajudam a identificar a causa-raiz dos efeitos, avaliar os melhores colaboradores, gerenciar o fluxo de tarefas, definir objetivos desafiadores e melhorar continuamente. Portanto, vale a pena aplicá-las dentro da empresa.

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Descubra por que é importante investir em uma pós-graduação

No mercado de trabalho atual, cada vaga é disputada de forma bastante acirrada, seja pelo avanço das novas tecnologias, que ao mesmo tempo extingue vagas e cria ocupações inéditas, seja pela situação econômica do país.

Nesse cenário, apenas a tradicional graduação deixou de ser um diferencial. Isso é reforçado por dados de 2016, que apontam uma evolução de 80% no número de pessoas que concluíram o Ensino Superior entre 2002 e 2014.

Por isso, cresce a importância dos cursos de pós-graduação no currículo de quem quer se destacar no mercado. Quer outros bons motivos que mostram que investir na pós-graduação vale a pena? Confira neste post!

A importância de investir em uma pós-graduação

Na demanda por uma vaga de emprego, leva vantagem quase sempre quem tem uma melhor qualificação, o que chama a atenção das empresas. Um currículo que estampa uma pós-graduação de qualidade sempre será visto com bons olhos pelos recrutadores.

Dessa forma, o investimento em uma pós-graduação oferece uma boa garantia de retorno, já que o profissional que escolhe um curso do tipo demonstra o interesse em se manter sempre atualizado e adquire as habilidades necessárias para tal. Mas não é só isso. Continue a leitura para saber mais!

5 motivos para investir em uma pós-graduação

Confira abaixo outras razões que justificam o investimento em uma pós-graduação.

1. Torna você um especialista

Ao concluir uma pós-graduação, o profissional se torna um especialista na área à qual o curso é dedicado. Tal especialização vai muito além do que é ensinado na graduação, que costuma reunir conhecimentos básicos, genéricos e quase sempre distantes da prática.

Por isso, quem coloca um pós-graduação no currículo é capaz de ocupar cargos que exigem conhecimentos específicos ou que demandam o cumprimento de tarefas complexas. Essas vagas geralmente são ocupadas por profissionais que inspiram confiança e demonstram capacidade para exercer as funções com competência e eficiência, características quase sempre preenchidas por um pós-graduado.

No entanto, é preciso ficar atento para escolher o curso correto. No Brasil, a pós-graduação é dividida entre cursos de especializações, MBAs (sigla em inglês para Master of Business Administration), mestrados e doutorados. Todos eles são cursados por portadores de diplomas de nível superior, mas cada um deles engloba objetivos diversos.

Mestrados e doutorados são pós-graduações stricto sensu (expressão em latim para “sentido estrito”) e são destinadas para a formação de professores de nível superior e pesquisadores acadêmicos nas mais diversas áreas do conhecimento.

Especializações e MBAs são pós-graduações lato sensu (expressão em latim para “sentido amplo”). Elas oferecem o aprimoramento em uma área de atuação, geralmente para profissionais já inseridos no mercado de trabalho. O foco dos MBAs são a gestão e a administração de empresas.

Com essas definições em mente, o profissional deve avaliar seus objetivos na carreira, suas afinidades e o tempo disponível antes de escolher que curso seguir.

2. Influencia o crescimento profissional

Além de pavimentar o caminho para uma promoção no emprego, pesquisas mostram que uma pós-graduação pode incrementar o salário em até 118% em determinados cargos.

Claro que, por si só, a pós-graduação não será responsável por esse crescimento. Inteligência emocional, capacidade de resolver problemas e o conhecimento de outros idiomas compõem o perfil de um candidato com potencial para se desenvolver com sucesso.

De qualquer forma, um curso desse tipo é um ótimo acréscimo no currículo de qualquer trabalhador, que, ao se candidatar a uma vaga ou a uma promoção, certamente terá sua candidatura analisada com mais atenção.

3. Atualiza o conhecimento

São poucas as áreas de atuação que não sofrem o impacto do avanço das mudanças tecnológicas. Os profissionais que saíram há mais tempo da graduação são os mais afetados por essas alterações, o que não significa que os mais jovens devem ficar parados. Tal necessidade de atualização pode surgir também diante de um novo cargo.

Logo, uma pós-graduação é importante para se manter por dentro do que está sendo demandado pelo mercado de trabalho. Essa atualização de conhecimentos envolve ainda o aprimoramento da capacidade de trabalhar em grupo e apresentar ideias e projetos de maneira coerente.

Graças à estrutura dos cursos, especializações e MBAs contam com currículos que abordam os temas com mais destaque dentro da área escolhida. Todavia, é sempre recomendável analisar com cuidado os conteúdos oferecidos, sob risco de estudar algo que já esteja datado.

Optar por instituições de ensino que têm um quadro profissional com professores alinhados com o mercado de trabalho também é uma ótima forma de aprender o está sendo discutido atualmente no seu ramo de atuação.

4. Forma uma nova rede de contatos

Trabalhar a rede de contatos, o famoso “networking”, é algo que você deve fazer desde o começo da carreira, ou menos antes, enquanto ainda está na graduação. Quem entra em uma pós-graduação tem a chance de expandir ainda mais a agenda, com pessoas com os mesmos interesses e que quase sempre estão em boas posições no mercado de trabalho.

Com o fortalecimento desses laços, certamente surgirão novas oportunidades profissionais, por meio de indicações para vagas de empregos ou mesmo com o desenvolvimento de novos empreendimentos criados a partir das discussões e conhecimentos adquiridos na companhia dos colegas de sala.

5. Ajuda quem quer mudar a trajetória da carreira

Alguns cursos de pós-graduação não exigem que o aluno ingressante seja formado em determinada área do saber. E isso é ótimo, já que representa uma chance para profissionais que desejam ampliar seus horizontes de conhecimento ou mesmo mudar de carreira em um espaço de tempo menor do que seria necessário para cursar uma nova graduação. Cursos de especialização e MBAs duram em média de 2 a 3 semestres e possuem carga horária mais flexível.

Não é raro que pessoas ocupem cargos que não tenham relação nenhuma com sua graduação, mas com aquilo que foi aprendido na pós-graduação. Essa transição na carreira costuma ser feita por aqueles que descobriram uma nova aptidão ou estão desinteressados com o emprego atual.

Para que essa trajetória seja realizada com sucesso, é necessário tomar alguns cuidados. Primeiro, avalie a situação do mercado de trabalho da área de interesse. Depois busque algum contato mais próximo, que permita experimentar o dia a dia da nova ocupação para garantir que ela atenda suas ambições.

Paralelamente a isso, é interessante estimar qual será o custo financeiro dessa mudança, tanto do curso, quanto do tempo que será necessário para equiparar o salário recebido na atividade anterior.

Se for parte de um planejamento sólido e bem traçado, a pós-graduação tem o potencial de transformar carreiras. No entanto, parte da prosperidade passa pela escolha correta do curso e da instituição de ensino, que precisa ser moderna, oferecer estrutura de qualidade e contar com corpo docente preparado. Por isso, não arrisque seu futuro e pesquise bem antes de se matricular.

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Por que a resiliência é uma característica essencial para o sucesso?

Prazos a cumprir, cobranças em excesso, insegurança e a competição que cerca o ambiente organizacional. Tudo isso afeta em cheio o profissional, prejudicando sua qualidade de vida e carreira. Mas é possível enfrentar toda a pressão do trabalho sem se abater com a resiliência.

Aprender ou aprimorar essa habilidade de suportar situações estressantes, angústias e frustrações tão comuns no trabalho sem perder o equilíbrio é a chave para o sucesso.

Quer entender melhor o que é resiliência, quais são as características dos profissionais com essa competência e por que ela é importante para o seu crescimento na carreira? Confira este post!

Afinal, o que é resiliência?

O conceito utilizado na Psicologia para designar uma forma de comportamento foi emprestado, na verdade, da física. Isso mesmo! Resiliência indica a capacidade de alguns materiais retornarem à sua forma original mesmo depois de serem submetidos à pressão.

Trazendo essa definição para a rotina do trabalho, é possível entender que profissionais resilientes são aqueles que conseguem administrar bem todas as situações — como estresse e pressão do ambiente corporativo — sem se abater.

São pessoas que se autoconhecem, estão sempre em transformação e sabem como controlar as emoções e até como tirar uma lição das adversidades.

Quais são as características de um profissional resiliente?

A resiliência é um tipo de comportamento e de visão de mundo que só traz ganhos para a carreira e, por isso, é bastante valorizado pelas empresas. Mas qual é a postura do profissional resiliente no dia a dia? Acompanhe:

Pensa positivo

A característica mais marcante de uma pessoa resiliente é, sem dúvida, a positividade. Agir com otimismo é um fator de motivação para o trabalho e para o clima organizacional.

É claro que vão existir pedras pelo caminho, mas conseguir enxergar esses problemas como oportunidades de aprendizado pode contar pontos para o crescimento profissional. Isso porque, no meio da crise, ter essa mentalidade pode ser fundamental para pensar em soluções inovadoras e se destacar no ambiente corporativo.

É flexível

O profissional resiliente está preparado e aberto para diferentes contextos, e essa postura é extremamente necessária hoje porque o mundo do trabalho é muito dinâmico.

Por isso, os gestores buscam pessoas que saiam da zona de conforto, consigam se reinventar e estejam dispostas a enfrentar desafios — seja para atuar em uma função diferente, em novos projetos, com novas tecnologias — ou até mesmo que tenham capacidade para lidar com imprevistos.

Quando você é flexível, consegue ouvir a opinião dos colegas e trabalhar em equipe — inclusive com pessoas com as quais não tenha muita afinidade.

Sabe receber críticas

Muitas pessoas ficam abaladas quando seu trabalho é mal-avaliado, o que pode comprometer seu desempenho e motivação de forma geral. Já o profissional resiliente sabe e até gosta de receber críticas, justamente para conseguir melhorar suas falhas e trabalhar de acordo com as expectativas da empresa.

Tirar uma lição de um feedback negativo é importante para o crescimento profissional. Pode ser a oportunidade para modificar sua postura no ambiente corporativo ou buscar um curso de qualificação — como um MBA (Master in Business Administration) para desempenhar melhor suas atividades.

Tem um bom relacionamento interpessoal

Valorizar a comunicação com os colegas, ser empático, estar mais próximo de sua equipe e ter um relacionamento transparente com cada um contribui para a resiliência no trabalho.

O convívio saudável no ambiente organizacional possibilita conhecer as virtudes e fraquezas dos colegas, o que torna mais fácil antever alguns cenários de tensão e saber como lidar com eles sem se abalar ou prejudicar o seu trabalho.

Cultiva a autoconsciência

O profissional que se autoconhece tem clareza de suas reações diante de diferentes cenários e aprende a se comportar de forma adequada mesmo nas situações de maior tensão. É o saber “respirar fundo” antes de dar uma resposta atravessada, por exemplo.

Esse autoconhecimento é adquirido com a maturidade, com o feedback dos colegas e pessoas mais próximas e com a vontade de se tornar uma pessoa melhor — tanto na vida pessoal quanto profissional.

Demonstra humildade

A pessoa resiliente entende que é impossível trabalhar sozinha, ou seja, considera a ajuda de outros colegas bem-vinda e necessária para melhorar os resultados de um projeto.

Esse profissional também sabe reconhecer a importância do trabalho alheio para o sucesso da empresa e tem a capacidade de admitir suas falhas.

Por que essa competência é tão importante para o sucesso?

Quando pensamos em sucesso no trabalho, o primeiro fator que vem à mente é a qualificação e experiência do profissional, certo? Realmente, um currículo completo é um diferencial.

No entanto, não basta apenas ser especializado em uma área e trabalhar com perfeição se você perde o equilíbrio no meio de uma reunião por conta de uma discordância com um colega.

Por isso — além de toda a capacitação técnica do profissional —, é necessário que ele seja resiliente para conseguir lidar bem com circunstâncias adversas e seguir em frente com seu trabalho. Somente dessa forma é possível construir uma trajetória ascendente na carreira.

Cargos de liderança e gestão

Aliás, profissionais resilientes são os mais adequados para assumirem cargos de liderança e gestão, pois conseguem ter um relacionamento saudável com sua equipe e também com os clientes, administrando com tranquilidade os momentos de estresse.

A tensão é inevitável no mundo corporativo, sendo assim, quem é resiliente tem mais qualidade de vida, pois sabe separar a vida profissional da pessoal. Consegue, portanto, resolver os conflitos no trabalho e aproveitar os bons momentos com amigos e família quando sai do escritório.

Com isso, é possível relaxar e ter uma boa noite de sono para acordar cheio de energia e motivação para o expediente no dia seguinte.

Viu só como a resiliência é a chave para o sucesso? Saber lidar com crises e fracassos certamente vai trazer crescimento pessoal, o que impactará diretamente na sua carreira. Por isso, a dica é enxergar os momentos de tensão no trabalho como uma oportunidade única de aprendizado.

Gostou de saber como a resiliência é importante para o ambiente corporativo? Quer receber outros posts sobre carreira e sucesso profissional? Assine a nossa newsletter e tenha em seu e-mail conteúdos atualizados!

 

Escola de negócios: 5 pontos que você deve considerar ao escolher onde vai estudar

Em um mercado de trabalho cada vez mais concorrido, apenas o diploma de graduação não é mais suficiente para construir uma carreira de destaque. Todo profissional que busca um cargo de gestão precisa continuar buscando preparo formal, a fim de atualizar suas práticas e conhecimentos. A melhor forma de fazer isso é se inscrever em uma escola de negócios.

Essas instituições oferecem especializações e MBAs criados especialmente para preparar os próximos líderes de grandes empresas. Mas como escolher a escola ideal para turbinar os estudos? Para ajudar você a tomar essa decisão, explicamos neste artigo tudo o que há de mais importante sobre o assunto. Acompanhe o post e saiba mais!

O que é uma escola de negócios

Escolas de negócios são instituições com foco em formar gestores dinâmicos e multidisciplinares, com uma visão ampla dos negócios que administram. As aulas procuram fugir do óbvio, com o intuito de inserir, no mercado, profissionais realmente capazes de criar soluções inovadoras e diferenciadas.

Uma das maiores vantagens desse tipo de ensino é o aprendizado prático, com professores renomados no mercado de trabalho e discussão de cases reais. Com isso, o aluno tem a chance de experimentar um contato mais próximo com a realidade do mercado, que vai muito além do que é passado nos livros didáticos.

Há um desenvolvimento completo de habilidades, tanto técnicas quanto comportamentais. Portanto, quem procura esse tipo de especialização sai na frente de quem interrompe os estudos após a graduação, pois se mantém em constante crescimento.

O que considerar antes de se inscrever no curso

Os critérios para escolher uma escola de negócios vão muito além do valor da mensalidade. Veja abaixo o 5 maiores aspectos que você deve levar em conta antes de tomar uma decisão.

1. Qualidade do corpo docente

Muita gente se deixa levar por uma infraestrutura imponente e um material de divulgação bacana, mas se esquece de avaliar o mais importante: a qualidade dos professores. É preciso analisar com muita calma a extensão do currículo dos docentes, a didática usada em sala de aula e a experiência de cada um no mercado de trabalho.

Se os professores tiverem muita experiência acadêmica, mas pouca vivência em grandes empresas, a escola em questão pode não ser a melhor escolha. Afinal, a grande vantagem desse tipo de ensino é o aprendizado prático, e o perfil dos professores deve estar alinhado a esse objetivo.

Portanto, antes de fazer a sua inscrição, faça uma pesquisa aprofundada sobre cada profissional envolvido no curso e verifique se eles poderão ou não oferecer o suporte que você precisa para sua carreira.

2. Renome da instituição

Da mesma forma que o Ministério da Educação (MEC) avalia escolas e universidades, as escolas de negócios também são rankeadas por diversas instituições. Caso o padrão de qualidade seja atingido, é dado um selo de qualidade, essencial para medir o nível do ensino.

Os MBAs, por exemplo, são avaliados por instituições internacionais, como Association of MBAs, Advance Collegiate Schools of Business e European Quality Improvement System. As análises são bem completas, pois envolvem corpo docente, infraestrutura e métodos de ensino. Portanto, fique atento e desconfie de cursos que não apresentam esse reconhecimento.

3. Condições facilitadas para estudo

A infraestrutura da escola de negócios é um dos critérios mais importante para avaliar se ela oferece ou não as melhores condições de estudo. Afinal, além da interação entre alunos e professores, há muitas variáveis que influenciam no aprendizado. Observe aspectos como:

  • qualidade das salas de aula;

  • tamanho das turmas;

  • acervo da biblioteca;

  • atualização dos materiais de estudo;

  • suporte fora dos horários de aula.

Tudo isso ajuda o aluno a tirar o melhor proveito possível dos assuntos debatidos em sala de aula.

A presença de parcerias com instituições de diversas cidades para distribuição do curso também é um ponto positivo. Afinal, esse tipo de ação contribui para que o aluno escolha a melhor opção em relação à mobilidade.

É fundamental escolher uma escola que esteja presente nas principais cidades do país. Assim, se o aluno for transferido para outra cidade, poderá dar continuidade aos estudos sem nenhum empecilho.

4. Parcerias com instituições internacionais

Para executivos de multinacionais, é fundamental compreender a lógica global dos negócios. Por isso, escolas parceiras de instituições internacionais devem ter prioridade no momento da sua escolha.

Nessa dinâmica, são oferecidos módulos completos com o conteúdo de especializações elaboradores por grandes universidades do exterior. É possível, inclusive, fazer intercâmbios, que são uma excelente maneira de conhecer novos mercados e elevar o nível da formação acadêmica.

5. Ex-alunos

Observar os resultados de profissionais que se formaram na instituição é uma das maneiras mais efetivas de avaliar uma escola de negócios. Hoje, com as redes sociais, fazer isso é muito simples. Basta procurar ex-alunos online e pedir depoimentos sobre o que acharam do curso e como suas carreiras evoluíram depois da experiência.

Escola de Administração de Empresas da FGV

A Escola de Administração de Empresas da FGV é uma das únicas instituições brasileiras entre as melhores do mundo, segundo o ranking do Financial Times. Além disso, de acordo com o Eduniversal Business Schools Rankings, a escola é a melhor do Brasil e a segunda melhor da América Latina.

Os cursos têm duração média de 430 horas/aula, e reúnem professores reconhecidos no mercado, que aliam teoria e prática em suas discussões. Além disso, há parcerias internacionais com universidades da Califórnia, Chicago, Hong Kong, Lisboa e San Diego, o que torna o aprendizado ainda mais completo.

Com isso, a FGV reúne todos os critérios citados no artigo para escolher uma boa escola de negócios, sobretudo no reconhecimento global e metodologia de ensino.

Agora que você já sabe o que avaliar para escolher uma boa escola de negócios, que tal dar o próximo passo? Considere os critérios citados aqui no post, trace um bom planejamento e faça sua inscrição o quanto antes. Essa atitude pode ser o divisor de águas que você precisava para a sua carreira!

Para começar sua busca, conheça os cursos do CEEM FGV! São diversas opções para futuros líderes de diversos segmentos. É só ficar atento e escolher a melhor para você!

Você sabe como definir metas? Confira o passo a passo completo!

Como você enxerga sua carreira daqui a 3 anos? Que objetivos gostaria de concretizar até o ano seguinte? Essas e outras reflexões mostram que sua trajetória exige uma organização para que você não se perca pelo caminho. É preciso saber como definir metas e, assim, se empenhar para cumpri-las.

Mas como fazer esse planejamento de forma eficiente? Como estabelecer objetivos que possam realmente sair do papel? Pode até parecer uma tarefa trabalhosa criar esse mapa com planos de curto, médio e longo prazo. Porém, é só entender como estabelecer as metas de forma equilibrada e ter determinação para seguir todas as etapas.

Ficou interessado em traçar esse plano rumo ao seu sucesso profissional e desenvolvimento pessoal? Acompanhe o guia que preparamos com um passo a passo para você definir metas para sua vida de um jeito descomplicado. Boa leitura!

A importância da definição de metas

Todos nós precisamos saber que rumo seguir, seja para pequenas ações, como acordar em determinado horário e ir para o trabalho, seja para objetivos futuros — como a vontade de ter o próprio negócio, melhorar os resultados da empresa ou alcançar um cargo de liderança, por exemplo.

Muita gente reclama da rotina, mas, a não ser que você esteja de férias, é importante ter um cronograma para seguir todos os dias. Com isso, é possível gerenciar o tempo, organizar os compromissos e saber o que precisa ser feito em primeiro lugar.

Se isso vale para sua rotina diária, ganha mais valor ainda quando se trata de sua trajetória profissional. Lembra-se de quando você ainda estava na escola e já pensava na profissão que queria seguir?

Você tinha um plano para aquele momento da sua vida, que era entrar no ensino superior. Para isso, com certeza, você se empenhou nos estudos ou buscou meios de pagar as mensalidades para concretizar seu objetivo.

Dessa forma, é fundamental definir metas para ter um mapa a ser seguido e para que consiga acompanhar todo o dinamismo do mercado. Você deve pensar em sua posição atualmente e o que almeja para o futuro.

Estabelecer esse plano vai trazer motivação para que você alcance o que se propôs e, assim, realizar-se profissionalmente.

Definição de metas para sua equipe

Da mesma forma que você elabora seu plano de carreira com as metas a serem alcançadas para o seu sucesso pessoal, pode elaborar um plano junto com a sua equipe.

Quando os colaboradores têm um rumo a ser seguido — com metas prioritárias e estratégias de ação — entendem seu papel na organização, conseguem dar um significado maior ao trabalho e se sentem motivados para alcançar os objetivos.

Para quem é líder, trabalhar dessa maneira é importante para conseguir mensurar de forma clara os resultados — com os indicadores de desempenho — e para conhecer melhor os colaboradores e identificar os talentos da equipe.

A diferença entre objetivo e meta

Utilizamos de modo corriqueiro os termos “objetivo” e “meta” como sinônimos, no entanto, é preciso entender a diferença de significado entre eles. O objetivo compreende um conjunto de metas a serem cumpridas para sua realização. Portanto, objetivo é algo maior, em que é permitido sonhar alto.

Já as metas podem até ser ousadas, mas devem ser realistas, ou seja, ter um prazo e um plano de ação para o seu cumprimento.

Se seu objetivo é aumentar o faturamento da sua empresa, a meta deve estabelecer qual é a porcentagem desse aumento e em quanto tempo ele será alcançado — por exemplo, elevar em 20% o faturamento no ano seguinte.

Além disso, você precisa ter bem claro que estratégias vai utilizar para chegar nesse resultado. Alguns exemplos são:

  • lançamento de novos produtos/serviços;

  • contratação de pessoal;

  • mudança na forma de atendimento;

  • corte de gastos etc.

7 passos essenciais para definir metas

Quando se trata de como definir metas, não adianta deixar tudo no pensamento. Isso porque sua cabeça já se ocupa com muitos compromissos, então fica fácil esquecer o que você se propôs a cumprir.

Para que seu plano seja realmente eficiente, é necessário seguir os passos abaixo:

1. Coloque tudo no papel

Da mente para o papel ou para a tela do computador — para que você faça um acompanhamento constante e tenha um controle do que definiu, é essencial que você deixe o seu plano registrado e esquematizado, listando os objetivos, como:

  • empresa onde pretende trabalhar;

  • segmento de negócio em que quer empreender;

  • salário almejado;

  • instalação de uma filial em um mercado estratégico;

  • expansão dos produtos que seu negócio oferece;

  • posição que visa ocupar.

Observe que os objetivos são amplos e variados e, para serem alcançados, precisam ter metas (de curto, médio e longo prazo) delineadas e realistas. Por exemplo: você não vai triplicar seu salário em um ano, certo?

Algumas pessoas, além de registrar os objetivos, gostam também de avisar os amigos mais próximos sobre as metas traçadas para que tenham um maior comprometimento. Além disso, dessa forma há a possibilidade de compartilhar seu empenho e evolução.

2. Escolha metas importantes para você

Na hora de pensar em como definir metas, não adianta simplesmente fazer uma lista sem um significado maior para você. Estamos falando de ter um guia que vai nortear sua carreira, então é preciso que os itens elencados sejam de extrema relevância para sua vida.

Só assim você consegue arregaçar as mangas, readequar sua rotina e até mudar seus hábitos para correr atrás — nem que seja em busca de uma meta bastante desafiadora.

Claro que você deve elaborar um plano de ação racional para concretizar o que foi planejado. No entanto, é fundamental que você tenha uma forte conexão com o que está buscando para que se sinta motivado.

Além disso, aposto que o seu dia a dia já é bastante corrido para você perder tempo com metas que não tenham um valor maior para você ou para o seu negócio, certo?

Exercício de autoconhecimento

Para que você consiga estabelecer metas realmente importantes, é necessário fazer um exercício de autoconhecimento. Assim, você consegue avaliar suas características pessoais e profissionais e fazer planos condizentes com o seu perfil.

Procure entender quais são seus pontos fortes e fracos, como você se relaciona com sua equipe, como administra momentos de estresse etc. Dessa maneira, é possível elencar o que precisa ser aprimorado para o seu desenvolvimento pessoal e também profissional.

Você pode, por exemplo, estabelecer como meta a realização de um curso de pós-graduação — como um Master in Business Administration (MBA) — para se qualificar na área de gestão e alcançar cargos mais elevados.

É fundamental que você tenha clareza da necessidade de organizar esses pensamentos de forma racional para que estabeleça etapas para conquistá-los. É importante também que a realização dos objetivos não vá contra seus princípios e valores. Isso pode trazer consequências negativas, principalmente para a vida pessoal.

3. Utilize a metodologia SMART

Se você não consegue ter clareza em como definir metas, uma dica é utilizar a metodologia SMART. Trata-se de uma sigla para as palavras em inglês Specific, Measurable, Achievable, Realistic e Time-based — o que quer dizer: específico, mensurável, atingível, relevante e que tenha um prazo.

O método SMART pode ajudar justamente por direcionar seus planos para a realidade, ou seja, para a possibilidade de serem atingidos. Quer entender melhor como essa técnica funciona? Acompanhe a seguir como é fácil utilizar cada letra da sigla na hora de elaborar suas metas e ter eficiência nos resultados:

Specific (S)

Para que você consiga concretizar seu objetivo, precisa de metas específicas. Não adianta apenas pensar que quer ser bem-sucedido, pois isso é uma ideia muito vaga.

Parta para outro caminho, como “quero ser promovido em dois anos, gerenciar minha equipe e aumentar meu salário em 30%”. Para isso, por exemplo, você terá que se empenhar mais no dia a dia, fazer uma pós-graduação ou, ainda, finalizar o curso de inglês.

Viu só como ser específico torna o seu plano mais claro e com um rumo a ser seguido? Assim, você define exatamente o que quer com um passo a passo para tornar essa meta real e ter sucesso na carreira.

Measurable (M)

Além de específica, a meta precisa ser acompanhada de perto, ou seja, deve ser possível ter uma forma de medir o resultado. Nesse ponto, é importante estabelecer os números a serem alcançados. Por exemplo: “quero que a minha empresa cresça 10% em um ano”.

Dessa forma, você consegue estipular os resultados mensais esperados e direcionar projetos voltados para esse objetivo.

Achievable (A)

Quando vamos definir as metas, é fundamental pensar se elas podem ser atingidas. Planejar assumir o cargo de liderança após 3 meses da sua contratação como analista pode ser algo impensável, certo? Assim, é preciso distinguir metas e sonhos.

As metas devem ser alcançáveis e realistas até para que seu empenho tenha resultado. Assim, você não se frustra e não coloca todo o seu plano de carreira em risco. Desse modo, ao pensar em planos e objetivos, analise com cuidado todo o contexto e trace metas que tenham chance de dar certo.

Realistic (R)

Ao elaborar as metas, é essencial que elas tenham um significado maior e sejam relevantes para você e para outras pessoas — seja sua família ou sua equipe de trabalho, por exemplo. O plano deve estar alinhado aos seus valores e objetivos de vida para que você direcione seus esforços para conquistá-lo.

Não é proibido sonhar alto, mas você deve sempre procurar o equilíbrio com alvos realistas.

Time-based (T)

Por fim, a metodologia SMART define também que é importante que você estabeleça um prazo para cumprir o que foi traçado. Dessa forma, consegue se organizar para ir atrás de suas metas e não corre o risco de deixar para depois.

Nessa hora, vale ser razoável. Sendo assim, tempo apertado pode deixá-lo ansioso demais ou, pelo contrário, um prazo a perder de vista pode deixá-lo acomodado.

4. Defina prioridades

Quando pensamos no que queremos atingir ou como nos vemos daqui a 2 ou 5 anos, a lista pode ser bem grande, não é mesmo? Mas, mesmo que você pudesse largar todas as suas atividades para se dedicar somente ao cumprimento dessas metas, seria algo impossível.

Então, é melhor descartar algumas metas estabelecidas? Não! É preciso apenas definir as prioridades — aquelas que têm uma importância maior e mais urgência em serem alcançadas para que sejam colocadas no topo da sua lista.

Quando você alcança os planos mais urgentes — além de ficar motivado — pode até mesmo facilitar o cumprimento de outras metas com importância menor.

Mas saiba que não é porque você precisa estabelecer prioridades, que terá que se empenhar em somente uma meta por vez. A ideia é perseguir — de forma paralela — duas ou três metas que você listou, porém, sempre incluindo os planos mais urgentes.

Trabalhar com muitas metas ao mesmo tempo fará você se sentir sobrecarregado, além de desorganizar sua rotina. Sem contar que, quando precisamos resolver muitas coisas simultaneamente, perdemos o foco em todas elas.

E se você chegar nesse ponto, pode pôr tudo a perder, pois não terá o empenho necessário para a realização dos seus objetivos.

Você precisa ter em mente que os planos traçados exigem tempo, dedicação, contato com outros profissionais e até investimento para serem concluídos. Então, utilize o bom senso e, de acordo com o objetivo e prazos estabelecidos, avalie com quantas metas é possível trabalhar ao mesmo tempo.

5. Revise os objetivos

É importante ter em mente que a sua lista de metas não é um guia estagnado. De tempos em tempos, ela deve ser revista e avaliada, pois existem variáveis que podem determinar mudanças de rumo, como:

  • transformações que vão ocorrendo em sua carreira;

  • sua própria maturidade profissional;

  • a conjuntura econômica — que pode exigir uma mudança na administração de uma empresa ou na sua vida profissional;

  • sua vontade de atuar em um nicho diferente,

  • oportunidades que podem surgir e fazer você repensar sua trajetória.

Além disso, sua rotina é muito dinâmica, e novos contatos podem surgir a qualquer momento, exigindo mudanças naquilo que você planejou. Por exemplo: será que não é o momento de implementar a gestão à vista, ou seja, envolver mais os colaboradores, para que eles possam acompanhar os resultados da empresa, estratégias e performance da própria equipe?

Para fazer essa revisão, repasse todos os seus planos, destacando as metas que alcançou e aquelas que não foram atingidas. Isso é importante, pois nem sempre tudo o que planejamos realmente acontece ou, pelo contrário, pode sair melhor do que imaginávamos.

Se as suas metas se voltam para a área de gestão de projetos, por exemplo, é importante verificar com calma os indicadores de desempenho. Avalie os pontos que possibilitaram alcançar os objetivos e os pontos que dificultaram.

Assim, você tem mais clareza para fazer essa revisão de acordo com o seu planejamento futuro, com mais chances de conseguir resultados melhores para sua carreira ou para o seu negócio. O essencial é que você tenha flexibilidade para conseguir pensar em um novo planejamento e, assim, seguir adiante.

6. Monitore seu desempenho

Você está no caminho certo? Como estão suas conquistas? Está conseguindo cumprir os prazos que estabeleceu? Para que se sinta motivado, é importante acompanhar cada progresso.

Se quiser ter uma visão bem clara, faça uma planilha com os detalhes de cada meta e veja o que levou a conquistá-la. Por exemplo, será que foi preciso mudar algum hábito ou você realmente se dedicou mais para cumpri-la?

Quando você monitora seu desempenho, consegue visualizar os projetos que saíram do papel e deram certo, os que estão próximos de serem alcançados, os que precisam de ajustes e aqueles que precisam ser revistos. Esse acompanhamento certamente vai trazer mais confiança para você seguir em frente.

7. Elabore um plano de ação

Você conseguiu fazer uma lista de metas, de curto, médio e longo prazo, mas e agora? Talvez essa seja a etapa mais difícil, já que é preciso tirar as metas do papel. É, portanto, o momento de se organizar!

Para concretizar tudo o que traçou, será necessário fazer um plano de ação, ou seja, pensar em caminhos para conquistar cada uma das metas. Nessa hora, você deve saber como diminuir a distância entre estratégia e execução, conseguindo transformar a teoria em medidas práticas.

Mas não pense que essa etapa é um bicho de sete cabeças! É como um plano de negócios, porém voltado para a realização dos objetivos que você traçou para sua carreira.

Essa fase, geralmente, envolve cursos de qualificação e atualização (como especializações e MBAs), participação em eventos e até mudanças na forma como você comanda seu negócio, entendendo, por exemplo, a diferença entre gestão empresarial e administração.

Na hora de partir para a ação, é importante agir de acordo com a ordem de prioridades estabelecidas. A dica é colocar uma data de início e término para a conclusão de cada meta, além de detalhar outros pontos, como:

  • recursos necessários;

  • estratégias que vai usar;

  • mudanças que esse plano de ação vai trazer para a sua rotina.

Se a meta for realizar um curso de pós-graduação, por exemplo, adapte sua agenda para encaixar os estudos e acompanhe as aulas com dedicação. No início, será preciso modificar alguns hábitos, saber dizer não ou abdicar de alguns momentos de lazer com a família e amigos.

No entanto, é necessário enxergar longe, ou seja, entender que o sacrifício é necessário, pois a conquista das metas é importante para sua vida.

Talvez você se assuste com alguma meta que pareça muito difícil de ser alcançada. A dica é ficar calmo e dividi-la em etapas menores.

Dessa maneira, você sabe por onde começar e consegue se organizar para realizar, aos poucos, o que foi planejado. Além disso, tem fôlego a cada conquista para seguir em frente, em vez de jogar tudo para o alto porque não sabe nem por onde começar.

É importante escrever esse plano de ação no papel e deixar em um local visível para que possa acompanhar os passos que deve seguir. Caso algo não saia no tempo planejado ou ocorra algum contratempo, não se frustre — seja flexível e revise tudo o que planejou.

Persistência é a palavra de ordem

Vivemos em uma era em que somos cobrados o tempo todo e, por isso, esperamos os resultados de maneira rápida. Mas nem sempre isso acontece quando se tem um objetivo mais complexo e que, portanto, envolve uma série de metas para serem alcançadas.

Nesse momento, é importante ter persistência. O essencial é que você consiga concretizar tudo o que estabeleceu, mesmo que isso leve mais tempo, exija um esforço maior ou, ainda, uma mudança de estratégia.

Inspiração em histórias de sucesso

Você pode ficar perdido ao pensar em como definir metas, pois, quando se trata de carreira, muitas vezes, são vários caminhos que podem ser seguidos: buscar crescimento na mesma empresa ou se aventurar em um segmento diferente? Tentar a realização profissional no empreendedorismo? Organizar-se e fazer um curso no exterior?

Nessa hora, vale ter inspiração em pessoas em quem você admira e confia. Conhecer histórias de sucesso pode ajudar a seguir o rumo mais condizente com suas ambições de carreira.

Se alguém na sua empresa ou algum colega ou professor da pós trilhou uma trajetória de sucesso, por exemplo, por que não se espelhar nessas pessoas? A dica é ser franco, pedir orientações e trocar experiências para que você também consiga se realizar profissionalmente.

Agora que você já descobriu como definir metas, está pronto para elaborar um plano eficiente de carreira e conseguir a ascensão profissional. É claro que você vai enfrentar obstáculos pelo caminho, mas o importante é não abandonar o “mapa” que você delineou e ser flexível quando o momento pedir.

Além disso, esteja sempre atento a seus avanços. Muita gente tende a se concentrar no que deu errado pelo caminho e acaba desanimando, mas a dica é manter o foco em suas conquistas. É importante aprender com as metas que tiveram sucesso para que você leve essa lição para os próximos objetivos da sua lista.

Gostou do guia que elaboramos para nortear sua carreira? Aproveite e compartilhe este passo a passo com os seus amigos nas redes sociais!

 

As 8 características que todo bom líder deve ter obrigatoriamente

Entre os desafios da gestão empresarial está a capacidade de ser um bom líder. Essa posição envolve o conhecimento das estratégicas para a condução do negócio, um olhar analítico do mercado e também a habilidade de construir uma equipe comprometida com os bons resultados da empresa.

A liderança é bastante diferente da chefia, em que a pessoa simplesmente dá ordens. Diz respeito à gestão, ou seja, uma visão global do negócio, que só é feita com a valorização das potencialidades de cada colaborador.

Se você quer se tornar um bom líder, confira nosso post e descubra 8 características que devem fazer parte do seu perfil profissional!

1. Ser proativo

Uma empresa vai se desenvolver de acordo com a produtividade de seus colaboradores. No entanto, o bom líder precisa dar o exemplo para motivar toda a equipe. Por isso, deve ter iniciativa e ser proativo, ou seja, demonstrar dinamismo no dia a dia.

Para isso, é fundamental conhecer todos os setores da organização, ter boas relações interpessoais e ficar de olho nas oportunidades de negócio, sempre em busca de melhores resultados. 

2. Demonstrar segurança e confiança

Não é segredo para ninguém que todo negócio envolve riscos. Por isso você precisa ter uma postura firme e passar segurança aos colaboradores. 

É importante deixar claro que cada um deve dar o seu melhor e pensar em soluções para que a empresa sobreviva às oscilações econômicas ou não perca mercado com a chegada de novos concorrentes.

Além disso, o gestor deve ser parceiro de sua equipe — uma pessoa em que todos possam confiar, tirar dúvidas, desabafar e pedir auxílio quando for preciso.

3. Inspirar a equipe

A equipe deve ser um espelho de seu líder. Por isso, é necessário que você se preocupe com a imagem que transmite no ambiente corporativo e, desse modo, sirva de inspiração para cada colaborador.

Você deve trabalhar pautado na ética, responsabilidade, objetividade e de acordo com a missão e valores da empresa. É importante também ser resiliente — saber lidar com as emoções para enfrentar os momentos de maior tensão com serenidade.

Dessa maneira, você se torna uma figura modelo para os integrantes da equipe — que passam a desempenhar as tarefas seguindo essa postura.

4. Saber delegar tarefas

Estamos falando muito de parceria entre o bom líder e seus colaboradores, porém isso não exclui a sua função de delegar tarefas. Ser centralizador ou não confiar no trabalho do outro são características de chefes do passado, que tinham a ideia de serem insubstituíveis. 

Você deve confiar as funções a sua equipe, levando em conta o perfil (talentos e habilidades pessoais) de cada colaborador e de uma forma que a divisão de trabalho seja equilibrada. É preciso também acompanhar o desempenho das tarefas e, sempre que possível, valorizar o trabalho de cada um.

Um ponto importante é também deixar claro a importância da resolução dos problemas em conjunto. Assim, os colaboradores passam a respeitar a função e tarefas dos outros colegas da organização.

5. Zelar pelo bom clima organizacional

É papel do líder zelar pelo bom clima organizacional. As empresas contam com o trabalho de pessoas, mas cada uma tem suas características próprias e ambições. Assim, não é raro o atrito no ambiente corporativo — com intrigas ou competição entre os colaboradores.

Nessa hora conta pontos as suas habilidades de comunicação e empatia para conseguir se aproximar das pessoas, saber ouvir os dois lados e entender o motivo de desentendimentos.

Não é uma tarefa das mais fáceis, mas a mediação de conflitos é essencial para que a empresa seja um espaço saudável — em que todos tenham uma boa convivência e sintam satisfação de vir trabalhar todos os dias para desempenhar suas funções.

6. Dar feedbacks

É impossível liderar sem dar os feedbacks aos colaboradores. As pessoas precisam conhecer suas potencialidades e dificuldades até mesmo para entender o seu papel dentro da organização e para melhorar seus pontos fracos.

Ter feedbacks é importante para que os colaboradores conheçam as expectativas da empresa em relação a ele — o que propicia o crescimento na carreira.

O caminho inverso também é importante: um bom líder deve estar aberto para saber como o seu trabalho de gestão é visto e ter humildade para reconhecer os erros. Com isso, é possível buscar aprimoramento ou ajuste de postura quando necessário.

7. Ter a capacidade de reter talentos

O bom líder deve conhecer a empresa de forma global e isso inclui fazer o acompanhamento do trabalho de cada um de sua equipe. Essa proximidade permite reconhecer as potencialidades dos colaboradores.

Dessa maneira, é possível realizar a gestão de modo a reter esses talentos. Como fazer isso? Ao proporcionar um ambiente agradável, dar feedbacks, além de viabilizar que esse colaborador possa crescer dentro da empresa.

8. Buscar aprimoramento constante

Uma boa gestão empresarial se constrói com constante aprimoramento. Por isso, o líder não pode ficar estagnado — deve acompanhar as tecnologias e outras novidades do setor, bem como buscar capacitação para melhorar tanto suas habilidades técnicas quanto pessoais.

Para isso, é fundamental ter um plano de carreira e realizar cursos de atualização para conseguir acompanhar todas as mudanças que envolvem o mundo empresarial. A dica é buscar por cursos de pós-graduação — como especializações e MBA (Master in Business Administration) — de uma instituição de ensino de referência. Assim, você terá uma formação consistente e que vai valorizar o seu currículo.

Com as aulas, você acompanha as tendências de sua área de atuação, troca experiência com os professores e outros colegas e pode refletir sobre seu trabalho sob uma nova perspectiva. Esse conhecimento certamente terá impacto positivo nos resultados da empresa e na condução da sua equipe.

Você está no caminho certo para se tornar um bom líder? Saiba que essas capacidades não são natas e serão desenvolvidas com a maturidade e experiência profissional. O importante é ter em mente a importância dessa postura para o sucesso dos negócios e melhor desempenho de toda a equipe.

Como você realiza o seu trabalho de gestão empresarial? Como desenvolveu suas habilidades de liderança? Conte-nos sua experiência deixando um comentário neste post!

Síndromes de boreout e de burnout: descubra o que são e como evitá-las

O trabalho é motivo de alegria para muitas pessoas. Além de ser a principal forma de obter dinheiro e conseguir viver com qualidade, é também uma maneira de se sentir útil e produtivo. Entretanto, a atividade profissional nem sempre é saudável. Em alguns casos, ela pode mobilizar sentimentos opostos — o que acontece nas síndromes de burnout e de boreout.

Racionalmente, ninguém deseja ficar sem o seu sustento, mas o que fazer quando o emprego acaba adoecendo o profissional? Você sabe do que se tratam os dois problemas que citamos? Em geral, o burnout tem sido muito discutido nos últimos anos, mas ainda pode ser novidade para vários profissionais.

Por isso, confira as informações que trouxemos e saiba se você corre o risco de sofrer com essas dificuldades. Se existir o perigo, neste post você saberá como contorná-lo. Vamos lá?

O que são as síndromes de burnout e de boreout?

Ambos os temos vêm do inglês e a tradução já explica muito. O burnout, por exemplo, significa “queimar até a combustão”. No mundo empresarial, esse termo passou a ser utilizado para indicar estresse e sobrecarga. Ou seja, um profissional que trabalha até a exaustão. Essa é a problemática principal de quem tem a síndrome.

O excesso de carga causa esgotamento físico e emocional. A pessoa fica incapacitada de realizar suas funções com excelência, pois não aguenta mais o ritmo de trabalho. O burnout se expressa em três conjuntos de sintomas: a exaustão psicológica, a insatisfação pessoal e a despersonalização — perda de sensibilidade nas relações.

É comum que a pessoa se sinta com baixa autoestima e sentimentos de inferioridade em relação aos colegas. Além disso, ela experimenta uma grande angústia quando vai trabalhar (inclusive com episódios de choro). A ansiedade pode levar o profissional ao isolamento na empresa e até na vida pessoal.

O burnout, também conhecido como depressão no trabalho, é um sério problema no ambiente laboral. Dados da Organização Mundial da Saúde indicam que ele será a segunda maior causa para afastamento do trabalho em todo o mundo até 2020. Mas ele não é o único que traz prejuízos para funcionários e empresas.

A síndrome de boreout tem origem na palavra “bored”, que está ligada à sensação de tédio. Assim, ela indica o oposto do burnout. Se naquele o profissional está mal pelo excesso de trabalho, nesse ele enfrenta dificuldades oriundas da ausência de desafios e objetivos profissionais.

Os principais sintomas do boreout são: o desânimo, a desorientação profissional, a sensação de não estar aproveitando suas capacidades e o desinteresse ou falta de identificação com as funções que exerce. Com isso, a pessoa perde o prazer de trabalhar e não tem perspectivas para o futuro.

Como perceber os riscos de ter o problema?

Os sinais de alerta para as duas síndromes envolvem tanto aspectos externos quanto internos. Embora o burnout e o boreout sejam mais comuns em cargos ligados ao atendimento do público, qualquer profissional pode vivenciar os sintomas.

Fique atento a alguns sinais de que a sua empresa ou função pode gerar o risco de desenvolver esses problemas:

  • ter pouco trabalho e passar muito tempo sem atividades;

  • receber menos responsabilidades do que poderia;

  • realizar funções que não se adequam à sua qualificação;

  • encontrar muitas limitações ao dar uma ideia inovadora;

  • não ter seu trabalho reconhecido pelas pessoas;

  • não ver oportunidades de crescimento na empresa;

  • realizar atividades monótonas;

  • submeter-se a condições precárias de trabalho;

  • estar sobrecarregado;

  • fazer constantemente hora-extra ou levar atividades para casa;

  • trabalhar em empresas com clima organizacional ruim;

  • vivenciar pressão excessiva ou assédio moral por parte dos superiores;

  • envolver-se em relações de competição e conflitos com colegas.

É preciso conhecer também os sinais físicos e psicológicos que têm relação com as síndromes de burnout e de boreout. Veja quais são os principais:

  • sensação de angústia, aperto no peito e frio na barriga no horário de trabalho;

  • crises de choro durante o expediente ou antes de ir para a empresa;

  • perda do prazer na atuação profissional;

  • tédio e desinteresse em relação às suas funções;

  • cansaço físico e mental ligado ao trabalho;

  • sentimentos de insegurança;

  • falta de concentração nas atividades que exerce;

  • queda da produtividade.

Como combater as síndromes?

Cuide de sua saúde

A melhor atitude que você pode ter em relação ao burnout e ao boreout é a prevenção. É muito importante investir em qualidade de vida para evitar e combater qualquer problema. No trabalho, procure construir boas relações com os colegas e os líderes. Se o ambiente não for positivo, tente não absorver a negatividade.

Além disso, é fundamental cuidar da sua saúde na vida pessoal. Tenha momentos prazerosos fora da empresa. Pratique atividades físicas, alimente-se corretamente e inclua na sua rotina atividades divertidas com os familiares e amigos. Esses aspectos podem proteger você contra emoções doentias do trabalho.

Converse com seus superiores

É muito comum que pessoas com sintomas de burnout e de boreout se fechem e não dialoguem com ninguém sobre o problema. Seja dentro ou fora do trabalho, você precisa falar sobre isso. Sentir ansiedade ao comunicar a questão para um supervisor é normal, mas isso é importante para que a empresa esteja ciente e possa tomar atitudes efetivas.

A falta de diálogo pode culminar em pedido de demissão por parte do funcionário ou da empresa. Já se o assunto for discutido, não é preciso chegar a esse extremo. A boa notícia é que muitos gestores estão mostrando preocupação com o assunto e reconhecendo que é preciso cuidar da saúde dos colaboradores.

Um clima organizacional positivo, que estimule a colaboração entre todos e o crescimento profissional, é um dos principais fatores preventivos das síndromes ligadas ao trabalho. Tomar atitudes nesse sentido evita adoecimento dos funcionários e prejuízos para a empresa. Por isso, seus superiores precisam saber o que você está passando.

Tenha objetivos

A ausência de perspectiva profissional é um grande fator de risco para o desenvolvimento das duas síndromes. Logo, é saudável estar sempre pensando sobre os próximos passos que deseja dar. Tenha em mente quais são os seus objetivos para o futuro. Se você quer crescer profissionalmente, avalie se a empresa na qual trabalha oferece oportunidades para isso.

Se a resposta for não, trace a meta de conquistar novas colocações em outros lugares. Quando se está em uma organização que causa muito estresse ou não reconhece suas capacidades, a melhor decisão pode ser procurar outros caminhos profissionais, mesmo que esse seja um objetivo de longo prazo.

Procure ajuda profissional

Por fim, quem está sofrendo com esgotamento ou tédio no trabalho deve entrar em contato com um especialista quando necessário. Fazer terapia com psicólogo é o tratamento mais indicado nesses casos. Em algumas situações, o acompanhamento com um médico psiquiatra também pode ser útil.

Enfrentar a síndrome de burnout ou de boreout está cada vez mais comum. Felizmente, também vemos aumentar as discussões sobre esses problemas. Fique atento aos sintomas e se cuide. Se sentir necessidade, procure ajuda para restabelecer sua saúde e voltar a encontrar alegria no trabalho.

E então, o que achou do post? Quer compartilhar uma dúvida ou opinião? Deixe seu comentário!

 

6 atitudes do líder coach de sucesso

Estar à frente de uma equipe de sucesso motivada a conquistar resultados cada vez melhores para a empresa é o sonho de todo líder coach, não é mesmo? No entanto, qual deve ser a postura desse profissional para conseguir atingir esses objetivos com eficiência, utilizando o coaching como sua filosofia de trabalho?

É justamente sobre esse assunto que falaremos no post de hoje! E, para ajudá-lo a desvendar essas questões, vamos listar 6 atitudes essenciais para que você consiga liderar os seus colaboradores e, mais do que isso, inspirá-los em seu dia a dia de trabalho. Confira!

1. Saber ouvir a sua equipe

Quem melhor do que os seus colaboradores para conhecer a fundo as necessidades e potencialidades, além de identificar possíveis pontos de melhoria no ambiente corporativo?

Por isso, ouvir o que o seu time tem a dizer é muito importante para estabelecer uma atmosfera de trabalho mais saudável e estabelecer uma relação de confiança que, posteriormente, resultará em mais produtividade com qualidade e competência.

Embora a habilidade dos gestores de se comunicar e falar com o seu público seja extremamente valorizada no mercado, vale a pena experimentar o exercício de silenciar as ideias e simplesmente prestar atenção à voz dos seus funcionários.

2. Conhecer bem a sua empresa e o seu time

Além de ouvir o que a sua equipe tem a dizer, estar por dentro das políticas e dos objetivos da empresa é muito importante para que você consiga alinhar os interesses da companhia às necessidades dos colaboradores e, assim, exercer um trabalho de liderança que leve a resultados positivos.

Para isso, é interessante que você atente a alguns pontos, como:

  • a realidade do mercado no qual a empresa está inserida;

  • a missão e os valores defendidos pela organização;

  • os objetivos que ela deseja conquistar;

  • a imagem que a companhia deseja transmitir ao mercado;

  • como os consumidores a enxergam realmente;

  • o perfil dos colaboradores contratados;

  • a produtividade e o alinhamento das atividades com as metas corporativas.

Com essas informações em mãos, é possível elaborar um verdadeiro dossiê sobre a corporação — o que vai ajudá-lo a avaliar as potencialidades e as fraquezas, construir um planejamento de negócios mais completo e tomar melhores decisões como líder.

3. Dar feedbacks construtivos e constantes

De que forma os colaboradores da sua empresa sabem que estão realizando um bom trabalho? Como eles reconhecem os seus erros e as atitudes que precisam ser modificadas? A resposta é clara: por meio de um feedback de qualidade!

Uma das habilidades de um bom líder coach é saber como apontar os pontos positivos e negativos da equipe e, a partir daí, buscar soluções que aumentem o desempenho do grupo, a autoconfiança individual e, consequentemente, traga retornos positivos ao trabalho.

Para isso, é muito importante que o feedback seja realizado individualmente com cada membro do time. Lembre-se de que essa prática não pode se tornar uma ferramenta de intimidação, mas sim ser vista como um retorno constante. Nesse caso, o feedback deve ser realizado de forma objetiva e motivadora para que contribua efetivamente com o crescimento do profissional.

4. Simplificar processos e eliminar burocracias

O excesso de burocracias, apesar de negativo, ainda faz parte da rotina de muitas empresas em nosso país. Além de prejudicar os resultados do negócio e o investimento em soluções que contribuam com o andamento do trabalho de forma eficiente, esse problema ainda destrói a motivação das equipes, impactando seriamente a sua produtividade.

Para driblar essa questão, a figura do líder coach é de extrema importância para propor novos procedimentos, eliminar as etapas desnecessárias que ocupam um tempo precioso da jornada de trabalho e estimular os colaboradores a trabalhar juntos para simplificar os processos diários e superar as metas propostas com mais tranquilidade.

É um processo de longo prazo, que demanda planejamento e muita dedicação, mas que terá resultados bastante positivos, contribuindo para a integração dos times e o crescimento da companhia.

5. Aprimorar-se constantemente

Curiosidade e interesse em adquirir novos aprendizados frequentemente também são características muito importantes para quem quer se tornar um líder coach de sucesso.

Por meio da participação em cursos e eventos (como palestras, workshops e feiras voltadas ao segmento de mercado da sua empresa ou ao campo da administração de corporações e gestão de pessoas), você terá a oportunidade de ampliar seus conhecimentos, além de ficar por dentro das últimas tendências e soluções que podem contribuir com o crescimento dos negócios.

Aqui, uma boa sugestão é investir em uma formação em coaching que potencialize ainda mais as suas habilidades de liderança, oferecendo ferramentas para que você se mantenha atualizado e desenvolva novas capacidades para orientar e inspirar os seus colaboradores.

6. Dar o exemplo

Por fim, levando em consideração que a postura do líder reflete diretamente no desempenho do seu time, dar o exemplo e manter uma postura motivadora são fatores essenciais.

Sendo assim, não tenha medo de encarar os desafios, coloque-se à disposição para ajudar e evite construir uma imagem autoritária e intimidadora. Tenha sempre em mente que o seu comportamento servirá de espelho para as atitudes daqueles que convivem ao seu redor e devem se sentir inspirados e apoiados em suas realizações.

Nesse aspecto, desenvolver a sua segurança emocional é um excelente exercício para que você aumente a sua autoconfiança e consiga equilibrar uma imagem de um gestor forte, objetivo em suas decisões, mas que, ao mesmo tempo, sabe reconhecer o potencial individual de cada colaborador sem deixar de respeitar as suas limitações.

É importante lembrar que cada líder tem o seu próprio estilo e que cada empresa tem a sua própria política, além de missões, visões e valores diferenciados. Por isso, procure escolher as táticas que mais combinem com o seu perfil e que melhor atendam às necessidades da sua equipe.

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